quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Dois jeitos de esperar

“Esperança que se adia, faz adoecer o coração (...), mas os que esperam no Senhor, renovam as suas forças”.


No livro de provérbios encontramos sabedoria para a vida – fruto do olhar observador de Salomão, que descrevia as coisas “como elas são”. Quem nunca se sentiu adoecer por dentro numa espera por algo que nunca acontece? Quem é capaz de negar o fato de que um desejo cumprido traz um alívio e refrigério para o coração como nada é capaz? É isso o que nos fala Provérbios13:12.

Mas caminhando pelas páginas da Bíblia, mais à frente, encontramos outro jeito de esperar: os que esperam no Senhor RENOVAM suas forças (Isaías 40:31). 
Existe algo novo aí!

Esta espera não é angustiante, ansiosa e frustrante. 
Estar no Senhor é alegria, paz e descanso.

Esperar no Senhor é confiar, e esta confiança nos fortalece. A espera por si só é monótona e vazia – ou então, repleta de ansiedade. Contempla-se o futuro tentando inutilmente alcançá-lo. O futuro é algo que apenas se vê com os olhos da imaginação, mas não pode ser tocado. E algumas vezes, nem sequer somos capazes de ver... mas, por tanto querer, nossa energia se vai naquilo que não temos controle nenhum.

Esperar NO Senhor é viver o tempo presente num lugar de delícias[1], sabendo que o futuro se abrirá diante de nós naturalmente. A longa caminhada é feita um dia de cada vez – seja voando, correndo ou andando. Em cada um destes dias, estamos NO Senhor, com os olhos fitos nele, confiando nele, nos entregando à sua vontade, na dependência dele.

Então, o Senhor não nos deixa faltar nada. O renovar das forças está em desfrutar de suas misericórdias que se renovam a cada manhã. É começar o dia sabendo que Deus já estava trabalhando, e simplesmente “entrar de carona” no trabalho dele. É saber que pouca coisa depende de nós e colocar todo fardo aos seus pés. E depois, tomar o fardo leve e o jugo suave de Jesus [2]. É abrir mão das paixões que nos deixam agitados e ansiosos, e nos render à vontade de Deus, como uma criança num sono profundo nos braços do Pai.

Esperar NO Senhor é viver um dia de cada vez mergulhados em Sua Presença, nos alimentando de Sua Graça e desfrutando do Seu Amor.

Isso é o que Deus nos oferece hoje. 
E você: vai simplesmente esperar...ou esperar NO SENHOR?

Gostaria de terminar deixando aqui uma música que tem sido minha companhia nos últimos meses...não deixe de ouvir! Clique aqui: TUDO PASSA



[1] Salmos 16:11.
[2] Mateus 11:29,30.

sexta-feira, 6 de março de 2015

Resiliência

Hoje cedo de manhã me deparei com ela. Esta orquídea-bambú incrível.


Lembro quando ela quebrou. Como fica bem pertinho do portão, deve ter sido esmagada numa das vezes em que ele se fechou. Na hora não parei para “podar” a parte quebrada e fui deixando. Algum tempo depois vi uma flor brotando no galho quebrado.

Lembro-me da música que virou “hit” de um jeito que não faz jus à sua letra tão forte: “nos galhos secos de uma árvore qualquer, onde ninguém jamais pudesse imaginar, o Criador vê uma flor a brotar”.

A primeira vez que ouvi a palavra “resiliência” foi na faculdade. A Wikipédia define assim: “Resiliência é um conceito oriundo da física, que se refere à propriedade de que são dotados alguns submateriais, de acumular energia, quando exigidos ou submetidos a estresse sem ocorrer ruptura”. A psicologia pegou emprestado este termo para se referir à capacidade que algumas pessoas têm de suportar situações adversas, sem “quebrar” o seu equilíbrio psicológico.

Parece que algumas pessoas são dotadas deste “material” especial. Mas a verdade é que a maioria de nós se sente muito mais fraco que isso. Aqui e ali “quebramos” e parece que a coisa não vai mais voltar ao lugar.


Poderia aqui ficar dizendo que “temos que ser resilientes” e tal... sim, até temos que ser. Mas às vezes não somos. Tenho descoberto – através da dor e de lutas sem fim – que só existe uma fonte segura de “força”. Deus.

Então me apego a Ele: elevo ao Senhor a minha alma. Penso no seu Amor por mim. Choro. Clamo o seu socorro. À luz de sua santidade, descubro quem sou. Me arrependo. Ele me perdoa. Me aconchego em seus braços e durmo. Acordo no outro dia ainda sentindo as dores das pancadas da vida – situações muitas vezes criadas por mim mesma. Mas com uma nova esperança! A vida de Deus começa a fluir dentro de mim. Percebo que Ele não espera que eu tenha forças para enfrentar minhas batalhas. Ele me convida a viver através dEle. Ele me convida a descansar, mesmo quebrada.

Então eu creio que esta singela flor, que brota onde ninguém jamais pudesse imaginar, é o símbolo da minha esperança nAquele que faz fluir a vida por canais minúsculos, imperceptíveis para quem só vê o exterior. Não há limites para o que Deus pode fazer.

Este é o Deus que “mantém a minha lâmpada brilhando; o meu Deus transforma as minhas trevas em luz” (Salmo 18). A Ele toda a glória!

Nane.

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Começar de novo... e sempre!

Hoje fui à academia depois de 6 meses parada. Como é difícil recomeçar!

Apesar de ter parado por motivos de força maior, eu me conheço e luto com minha inconstância em diversas áreas da vida. Como eu gostaria de ser menos complicada e simplesmente fazer o que tenho que fazer! Mas é isso... sou humana.

Nesta manhã orei a Deus e agradeci, com toda a minha alma e com lágrimas, Sua infinita paciência comigo. Pois não é só a academia – o que dizer do meu tempo devocional, dos planos de orar em família, ou mesmo das leituras que desejo fazer? Coisas que são importantes e que começo bem, para depois de algum tempo perceber que deixei de lado. Não seria ótimo que nosso gráfico de desempenho nesta vida não tivesse os altos e baixos que temos que, relutantemente, admitir? Quando são situações que fogem ao nosso controle, podemos encontrar um meio de nos consolar. Mas quando os altos e baixos são reflexo de nossa falta de disciplina e constância, nossa tendência é lamentar, evitar o assunto ou simplesmente desistir!

Então, a esta altura da vida, o melhor que posso fazer é parar de me lamentar e aceitar que preciso simplesmente recomeçar. Ficar parada me fez regredir – isso é fato – mas não fazer mais nada é ainda pior. Vamos lá, começar de novo!


Se é difícil perseverar naquilo que quero e devo fazer, que o Senhor me ajude a perseverar na capacidade de recomeçar. Sua misericórdia e graça generosa me dá ânimo e coragem para voltar de onde parei, dar a mim mesma mais uma chance, e não desistir. Afinal, Ele ainda não desistiu de mim.

Então, vamos em frente, de novo, sempre!
Nane.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Me dá mais uma chance?


Ixoras laranja plantadas em frente ao muro
Eu amo flores. Não que eu saiba cuidar direito delas, ainda estou aprendendo. Chegando à minha casa hoje tive um desejo irresistível de tirar algumas fotos das ixoras laranjas plantadas ao pé do muro da frente. As flores em breve vão abrir, vai ficar lindo! Aí eu resolvi reparar melhor num dos pezinhos que vai florir. Lembro que há algum tempo atrás ele estava muito doentinho, bem feio mesmo. De um jeito que já me fez arrancar outros, com a conclusão de que “não vingou”. Aliás, estou descobrindo com tristeza que quando nós plantamos mudinhas, nem todas vão sobreviver. Mas como não tinha morrido totalmente, eu joguei “remédio”, adubei, dei mais uma chance. E a plantinha que parecia condenada, está agora verdinha, e em breve as florzinhas estarão abertas, brilhantes, lindas!

Esta plantinha um dia esteve bem fraquinha,
cheia de pragas, parecia que ia morrer... olha como está!

Isso me fez lembrar uma parábola que já tinha lido na Bíblia. Da figueira estéril que ia ser arrancada... mas recebeu uma nova chance. Está em Lucas 13:6-9. Gosto muito desta história! Já tinham se passado 3 anos e nada de frutos! Mas uma pessoa cheia de misericórdia disse: vamos cavar ao redor, adubar, e esperar para ver se agora vai!

Refletindo nessas coisas, examinei meu coração. Penso que hoje sou mais cética. As feridas da caminhada hoje me fazem vibrar menos, duvidar mais – de pessoas, relacionamentos, situações que parecem “estéreis”. Mas quando olho mais fundo em meu coração, vejo que a esperança ainda está lá. A chama não apagou. E penso que eu posso, sim, dar mais uma chance. Chance adubada com a graça e regada com orações.

Porque a história da mudinha de ixora é também a minha história. Eu recebi mais uma chance. Hoje quando acordei, o Senhor teve misericórdia de mim, e me recebeu com um sorriso. Ai de mim se não fosse assim. Eu preciso desta chance todos os dias. E ao recebê-la, peço a Deus que me ajude a passar adiante este gesto de graça e, quem sabe, desfrutar da alegria de ver viver de novo aquele que já estava morto (Lucas 15:32).

Nane.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

A primavera entrou na minha casa - parte final

A mãe sabiá e seus dois filhotinhos, que cresceram rápido
e já não estavam mais cabendo no ninho!
Depois da última história do sabiá assustado que construiu seu ninho na viga da varanda da minha casa, várias pessoas me disseram que gostariam de saber o resto da história. Bom, eu quase virei uma cinegrafista do “National Geographic Channel” sempre de olho tentando capturar as melhores imagens. Fui acompanhando o ninho e de repente lá estavam os 2 filhotinhos. Não podia chegar perto, que a mãe sabiá voava pra longe... mas pouco depois voltava, ia para o muro, e mais um pouco já dava para vê-la no ninho, alimentando os filhotes. Muito legal!
Eles cresceram bem rápido. Ontem eu olhei e pensei: já não estão cabendo muito neste ninho. Dito e feito. 

Foto tirada atrás do vidro: agora um
dos filhotinhos estava
na frente de casa, piando
assustado e sozinho!
Hoje ouvi o piado de um deles, na frente da casa. Fui verificar na varanda de trás, e o ninho estava vazio mesmo. Era um dos passarinhos, bem fofinho – pois é, não sei onde o outro foi parar. E pensei: cadê a mãe desnaturada do bichinho? Ele tá sozinho aqui, piando, piando... coitado! Para meu alívio, a mãe sabiá surgiu, com uma amora no bico. Pensei que ia alimentar o filhote, mas não. 
A mãe sabiá apareceu com uma
amora no bico.
Era só uma isca. Ela chegava bem perto, o sabiazinho ficava todo ouriçado, mas aí ela andava para um lado e para o outro, voava pra cima do muro, parecia que estava conversando com ele num tom gutural, às vezes suave, outras vezes meio nervoso. Na minha cabeça, a tradução era essa: “vem meu filho, vem com a mamãe! Vamos voar... vem, menino, vem, vem, vem!! Já estou ficando impaciente. Acredite, você consegue! Quer uma amora? Olha só como ela está bonita... vem pegar!!!”. E ficou nessa um tempão. Gravei uns 3 minutos deste vai e vem, coloquei no link lá embaixo para quem quiser ver!
Em primeiro plano o filhotinho e ao fundo a mãe sabiá,
que andava de lá para cá, com a amora no bico.
É incrível ver este instinto e inteligência dos animais, a forma como as coisas foram acontecendo – o canto do sabiá, o ninho perfeitamente construído, os filhotinhos nascendo e crescendo, e agora o desafio de voar! E é inevitável pensar nos paralelos com o ciclo de vida da gente – namorar, casar, ter casa, filhos e depois dar um jeito deles “voarem”, deixando o ninho vazio e vivendo suas próprias aventuras pelo mundo afora!

Mas eu pensei também na forma como Deus tem me tratado – com tanto amor e cuidado, mas também me empurrando pra fora do ninho, da minha zona de conforto, e às vezes me fazendo achar que “fiquei sozinha” quando na verdade Ele quer que eu vença meus medos e mexa minhas “asas”.  Gente insegura como eu (e como o sabiazinho) precisa entender que Deus tem prazer em nos ver fazendo aquilo que Ele já nos deu capacidade para fazer. Que Ele se deleita em nosso crescimento e no desenvolvimento dos nossos dons. Que Ele nos encoraja a tomar decisões e parar de ter tanto medo.


Muitas mães são superprotetoras. A mãe sabiá não é não. Até onde acompanhei a história, o filhotinho ainda não tinha voado, mas atravessou a rua (e o meu medo de um carro passar e atropelar aquela coisinha fofa?) e encontrou a mãe do outro lado... que continuava aquela conversa de “vem, vamos voar!”. Nós às vezes não somos apenas superprotetores com filhos, somos com a gente mesmo. Mas Deus não é não. Ele cuida de nós, ao mesmo tempo que insiste: vem, vamos voar?

Nane.

Assista a um pequeno vídeo com cenas da mãe chamando o filho para voar: http://www.youtube.com/watch?v=WsnjZRY77TE&feature=youtu.be

domingo, 10 de novembro de 2013

A primavera entrou na minha casa – parte 2

       Outro dia contei como um sabiá entrou na minha casa, bem no início da primavera, dia 22 de setembro. Eu desconfiava daquele canto insistente no mesmo lugar da casa – a viga do telhado da varanda, um pouco próximo da janela da cozinha. Por ser primavera, imaginei que estivesse mesmo cantando para atrair a fêmea ou demarcar o território. (Se não leu, clique aqui)

Nossa sabiá no ninho, foto tirada
por detrás da porta de vidro, só assim
para ela não fugir!
Não fiquei muito surpresa quando, retornando de uma viagem no início deste mês (novembro), vi o que parecia um ninho bem próximo ao lugar onde o sabiá ficava cantando. E hoje minha suspeita se confirmou: lá está ela (imagino que é a fêmea!) acomodada sobre o ninho, engenhosamente construído numa das vigas do telhado. É lindo imaginar que ela vai botar uns 3 ou 4 ovos e que daqui a duas semanas mais ou menos os filhotinhos vão nascer (já deu para perceber que andei estudando o assunto)!

Uma coisa curiosa sobre o comportamento dos pássaros é que eles parecem sempre assustados. O sabiá percebe quando olho para ele (ou ela) e fica me encarando. Qualquer aproximação é motivo para voar para longe do ninho. Fiquei com vontade de dizer: “tá tudo bem! A casa é sua!”. Desde que não entre pela janela, claro!...


Uma foto mais nítida do ninho
Este comportamento arisco em contraste com minha boa intenção me fez lembrar o nosso relacionamento com Deus. De certa forma, nós aprendemos com a vida a desconfiar das pessoas. Construímos nossos “ninhos” sem muita certeza de que estaremos seguros, e ficamos na defensiva, em estado de alerta, rápidos em julgar os movimentos das pessoas como uma ameaça à nossa tranquilidade. Talvez por este motivo seja difícil para nós nos rendermos completamente, nos “jogando nos braços” do Senhor sem medo ou desconfiança.

Já tem um tempo que eu entendi que Deus tem um grande objetivo com a gente: nos ensinar a confiar nEle. Acredito que inúmeras circunstâncias que Ele nos permite passar tem apenas o propósito de nos desafiar desenvolver esta confiança, afinal a Bíblia fala que sem fé é impossível agradar a Deus. Eu posso até ouvi-lo dizendo: “tá tudo bem, não tenha medo, não fuja, não se esconda! Sou EU e você pode confiar em mim. Você DEVE confiar em mim”. Ou como Ele mesmo falou: "Eu é que sei que pensamentos tenho a vosso respeito, diz o SENHOR; pensamentos de paz e não de mal, para vos dar o fim que desejais" (Jeremias 29:11).
Nossa linda sabiá, fugindo com medo
de mim, em cima do muro da nossa casa

Já que o sabiá vai continuar com medo de mim, da minha parte espero aprender a viver com um sadio temor a Deus, mas sem fugir dEle, confiando plenamente no seu amor, nos seus planos perfeitos, na sua bondade infinita, na sua graça maravilhosa.

Nane.

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Vivendo e aprendendo!

Sei que é um pouco clichê este negócio de “lições que aprendi com a vida...”.
Mas se é verdade o fato de que envelhecer não é garantia de que nos tornamos mais sábios, tem coisas que aprendemos lentamente, e que só o tempo e experiência nos ensinam.

É engraçado que na adolescência a única pressa que eu tinha era de completar 18 anos para tirar carteira. No mais, eu era muito dramática e já aos 14 anos ficava dizendo “ai meu Deus, to ficando velha!”. Morro de rir só de lembrar! Acho que filha caçula carrega eternamente o sentimento de ser “criança”, e mesmo mais tarde quando eu já não era a mais nova da turma (pelo contrário), custei a me acostumar com o avanço da idade. 

Até que completei 40 anos e achei o máximo. Divertido por escutar das pessoas, “nem parece, você nem mudou nada!”. Embora eu saiba perfeitamente que mudei sim, é bem divertido parecer mais nova para os outros. Mas fui repetindo e dizendo a mim mesma que já estava com 40, até me convencer disso (jovens me chamando de “tia” e vendedores de “senhora” ajudaram bastante também!). O drama adolescente de “estou ficando velha” já passou faz tempo, e embora a crise da meia idade seja o que se espera no momento, confesso que estou mesmo é aprendendo a curtir esta fase. E finalmente começo a chegar à idade de colecionar “lições de vida”. Bill Hybells nos encoraja fortemente a começar a escrever nossos próprios “provérbios”, como ele diz, “que fornecem conselho focado ou sabedoria instantânea para suas decisões futuras”[1].

Por isso, resolvi comemorar meus 42 anos com uma listinha de 10 provérbios que aprendi em primeira mão, com a minha própria vida. Você pode aprender com eles, ou pode até se sentir o próprio autor de alguns – e nada se compara quando é algo que entendemos internamente, que poderíamos explicar facilmente e citar muitos exemplos, porque faz parte da nossa experiência, faz realmente sentido pra nós.
Vamos lá?
  1. A vida vai ficando mais difícil.
  2. Desconfie de quem faz muita propaganda de si mesmo.
  3. A noite foi feita para dormir.
  4. Nem tudo o que você pensa deve ser dito.
  5. Não economize oração.
  6. Preciso escolher com cuidado quem vai me influenciar.
  7. Deus me dá a chance de recomeçar todo dia.
  8. A indecisão é o elo fraco da vida.
  9. Não sofra calado.
  10. Deus sempre ouve nosso grito de socorro.

[1] “O grande drama das decisões”, Summit 2008.